domingo, 24 de maio de 2009

"Eu prefiro ficar sentado no sofá, olhando a maravilhosa vida dos outros passar..."


Ôpa !!!


Vocês souberam?! Ouviram?! Comentaram entre amigos?! Participaram?! Divulgaram?!

Ãn?! Não?! Mas, era necessário.

...

Oi? Não era necessário?! Não era necessário explicar, divulgar, participar, comentar entre amigos que a paz na qual procuramos e almejamos um dia está cada dia mais distante do que pensamos? Que os dias passam devagar demais para podermos ser, e depressa demais para podermos fazer?! Que a sequência de acontecimentos nos fazem refletir, ou talvez nem atentarmos para as situações que acontecem que indiretamente somos os responsáveis disso. A saber, os fiéis responsáveis.

Pois bem, a criança que dorme na rua, o traficante de entorpecentes, o menino que furta, que se inicia no mundo das drogas, a criminalidade, a exterioridade de "anti-sentimentos". A falta de políticas públicas que incentivem essas pessoas a não realizar atos ilegais de fato está em falta; em falta com esses e com as próprias políticas públicas, no sentido geral da palavra. Políticas de incentivo são tão necessárias quanto água para os que têm sede, são tão importantes quanto vitaminas para anêmicos. Enfim, são fundamentais.

É a partir disso que a gente passa a se perguntar porquê o Governo fecha os olhos pra tais situações de extrema importância, como essas e tantas outras. O fato é que também não podemos fechar nossos olhos e esconder entrelinhas a nossa culpa nesses fatores. Somos também responsáveis - quiçá principais responsáveis- do encaminhamentos dessas questões; na ajuda que não damos a essas pessoas menos favorecidas, no incentivo que não temos em se disponibilizar para essas, nas pessoas usuárias de drogas (que financiam o tráfico e a criminalidade), das pessoas que não enxergam numa criança de rua uma CRIANÇA, com necessidades comuns as outras, com dificuldades, com frio, com sede, com fome; que chora, que tem sentimentos e que precisa de alguém que olhe por ela.

(...)

E, enfim, o que precisamos (preciso) é abrir os olhos para mundo, e não esperar que as pessoas façam por nós, elas não farão. Não podemos esperar que o mundo melhore só porque a gente quer que ele melhore, devemos dar o primeiro passo. Não devemos ficar aqui de frente pra TV, "sentados no sofá, olhando a maravilhosa vida dos outros passar."

O mundo gira lentamente, mas o dias passam rápido demais, é imperceptível, de repente se foi uma semana, um ano, uma vida. E o que fizemos?!


Não há resposta!

sábado, 16 de maio de 2009


Verdades e vontades. Um dia sem inspiração...



Sem inspiração, sem muita animação pra escrever, mas com muita paciência pra ler e entender meus próprios pensamentos e sentimentos. A saber, tenho me entendido muito bem, as situações da vida te colocam e te expõem a coisas antes inaceitáveis, hoje, cotidianas; e como diz aquele meu bom e velho amigo: a vida é boa e cheia de possibilidades.


As possibilidades que a vida nos possibilita (um trocadilho aceitável) são, de fato, as coisas que a gente mais precisa, mais queria, e que talvez passassem por nossa visão sem que a gente perceba, até porque “há quem sabe muito bem, há quem sabe por gostar, há quem sambe por ver os outros sambar...”. E sim, eu sambo porque gosto, e misturo a música com poesia porque acho que elas se completam, misturo a vida com a morte porque acho que é a continuação, a alegria com a tristeza porque é a contradição, e contradições adoçam a vida, as fazem valer à pena.


A minha vontade de escrever é mais forte que eu, tão mais forte quanto a vontade de também não expor essas, e ao me expressar eu lavo minha alma, lavo meu espírito e me renovo, me refaço e preparo o computador em cima da mesa, nova página de Word branquinha, esperando meus dedos indicadores começarem a dançar por entre o teclado... (pausa de 7minutos).

(...)


Amadorismo.

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